| Dom
Frei Alano Maria Pena O.P. Arcebispo
Metropolitano de Niterói desde 24/09/2003.
Nascimento:
Rio de Janeiro - RJ, 07/10/1935
Filiação:
Mair Pena e Amélia Maia Pena
Ordenação
Presbiterial: São Paulo - SP, 28/10/1961
Nomeação
Episcopal: 09/04/1975
Ordenação
Episcopal: Belém - PA, 25/05/1975
Estudos:
1o. Grau: Colégio Sta. Rosa de Lima e Colégio
Sto. Inácio, Rio de Janeiro - RJ (1940-1946); 2o.
Grau: Escola Apostólica São Domingos, Juiz
de Fora - MG (1947-1954); Filosofia: Dominicanos, São
Paulo - SP.
Teologia:
Dominicanos, São Paulo - SP
Outros
Cursos: Missiologia - Université St. Paul
(1971-1972) - Otawa/Canadá.
Atividades
como Bispo: Bispo Auxiliar de Belém - PA
(1975-1976); Bispo de Marabá - PA (1976-1985); Bispo
de Itapeva - SP (1985-1993); Vice-Presidente do Regional
Norte 2 (1976); Responsável pelo Setor Leigos - Sul
1 CNBB (1986-1987); Vice-Presidente do Leste 1 CNBB (1996)
- Bispo da Diocese de Nova Friburgo de 23/01/1994 a 23/09/2003.
A
voz do Arcebispo
A
inspirada iniciativa de nosso saudoso Dom Carlos Alberto
Etchandy Gimeno Navarro ao criar a Escola Diaconal Maria
Auxiliadora representa para a nossa Arquidiocese, sem sombra
de dúvida, um precioso Dom de Deus. E isto porque
nesta Escola preparam-se homens verdadeiramente comprometidos
com o Evangelho e com a Igreja, que pelo Sacramento da Ordem,
no grau do Diaconado, em total comunhão com o Arcebispo
e todo o Presbitério, como chefes de família,
sinalizam as Esperanças do Reino em nossa Sociedade.
Louvamos o Senhor pela presença e a atuação
de nossos Diáconos Permanentes.
Dom
Frei Alano Maria Pena O.P.
Arcebispo de Niterói
Dom
Roberto Francisco Ferreria Paz
Bispo
Auxiliar da Arquidioce de Niterói desde 08/03/2008.
Nasceu
em 5 de junho de 1953, em Montevidéu (Uruguai). Há
muitos anos é cidadão brasileiro; Concluiu
os estudos de filosofia no Seminário Maior de Porto
Alegre e os de teologia primeiro no Instituto de Teologia
da Pontifícia Universidade Católica de Porto
Alegre e depois no Instituto Teológico da Arquidiocese
de São Sebastião do Rio de Janeiro. Fez uma
especialização em História na Universidade
de Montevidéu e de Direito Canónico no Instituto
Superior de Direito Canónico do Rio de Janeiro. Recebeu
a Ordenação Sacerdotal a 16 de dezembro de
1989. Em seguida, desempenhou os seguintes encargos: Vigário
paroquial da Paróquia de São Luís Gonzaga;
Professor de Direito Canónico na Pontifícia
Universidade Católica e no Seminário Maior
de Viamão; Juiz do Tribunal Eclesiástico;
Assistente Espiritual Arquidiocesano do Serviço "Encontro
de Casais com Cristo"; Coordenador Pastoral do Vicariato
da Cultura; Vigário Judicial do Tribunal Interdiocesano
Regional de 2a Instância; Responsável pelo
Setor do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso;
Presidente da Comissão Arquidiocesana para as Comunicações
Sociais; Supervisor Teológico do Jornal "Novo
Milénio" e Membro do Colégio dos Consultores.
A
voz do Bispo Auxiliar
O
diaconato permanente é um dos ministérios
ordenados que mais tem crescido na Igreja Universal, e revela
a urgência de mostrar ao mundo, uma Igreja Samaritana,
servidora e misericordiosa, que se empenha no compromisso
solidário e na promoção humana integral,
construindo a “civitas amoris”, a civilização
do amor.
De fato, o diácono
permanente é sinal sacramental, da vinda do Reino
fraterno e compassivo que gera vida abundante; que inclui
a toda as criaturas no banquete da vida plena, que Jesus
veio trazer.
O Documento de Aparecida,
que almeja colocar a toda Igreja “ em estado permanente
de missão” considera, que uma renovada pastoral
social que apresenta a Igreja como advogada e defensora
dos pobres, faz parte substancial da evangelização,
tanto no conteúdo como na prática e meta do
anúncio.
Nossa Arquidiocese está de parabéns, pois
não só investiu na formação
deste ministério ordenado tão precioso para
o incremento e vivência da caridade transformadora.,
mas porque quer ser na sociedade hoje o sinal da presença
e da ação de Cristo Servo, que veio para nos
salvar e libertar plenamente o ser humano, e a toda criação.
Neste ano paulino comprovamos com esta ordenação
diaconal, que a fé em ação se chama
caridade, e que a caridade em ação se chama
serviço.
Que sejamos a Igreja da mesa
farta e abundante para todos (as); e a comunidade da bacia
e da toalha; sempre disponível para servir e amar.
Dom
Roberto Francisco Ferrería Paz
Bispo Auxiliar de Niterói
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